Cool Garage: uma marca “cool” para os amantes dos clássicos

“Cool Ride, Cool Life!” É desta forma objetiva que se define a Cool Garage, um projeto criado recentemente, em Arruda dos Vinhos.

A Cool Garage, fundada na zona Oeste, é uma marca focada e direcionada para os riders apaixonados por carros e motas clássicas. Os amantes do vintage, através da Cool Garage, podem encontrar uma vasta gama de produtos.

Conheça-a  através do showroom, do site (www.cool-garage.com) e das redes sociais.

Apesar da Cool Garage ser recente, a ideia já é muito antiga. A tendência vintage está cada vez mais presente no dia a dia. As pessoas identificam-se com o que outrora foram felizes, quer sejam objetos, carros, motas, roupa, decoração, porque lhes traz um agradável sentimento de nostalgia. 

O projeto que arrancou há cerca de seis meses está muito focado e muito orientado para os amantes dos clássicos, para os riders, adeptos dos cafés racers escramblers.

Nesta perspetiva, é curioso observar que, em tão pouco tempo a Cool Garage já chegou a um variadíssimo leque de pessoas. 

Da gama de produtos disponíveis na Cool Garege, as pessoas podem encontrar acessórios de motas vintage, roupas, óculos, malas e mochilas, capacetes e também peças de esmalte para decoração.

Dentro em breve também vai apostar nas peças para carros Clássicos, Mototurismo de aventura e linha de vestuário de senhora.

A Cool Garage pretende marcar pela diferença… e certamente será essa a “diferença” a alma do projeto. 

Entre na aventura: Conheça a Cool Garage!

Sushi Fish: os melhores sabores japoneses estão no Oeste

Sushi Fish é fixe!

O Sushi Fish nasceu há cinco anos no Baleal. Desde a sua inauguração que a aposta tem sido extremamente forte na qualidade do peixe que é usado para ser preparado à boa maneira japonesa. É caso para dizer que “o Sushi Fish é fixe”. “As iguarias mais apetecíveis no Sushi Fish são o atum e os diversos peixes brancos que diariamente nos chegam da lota de Peniche”, garante Gonçalo Duarte, um dos responsáveis do Sushi Fish.

Travel4West (T4W) – Como surgiu a ideia de criar um restaurante dedicado ao consumo de sushi no Baleal?

GD – O SushiFish acaba de celebrar o seu quinto aniversário. Foi inaugurado em outubro de2013. Foram vários os motivos que levaram à criação do Sushi Fish. A localização foi um deles, o Baleal é um lugar concorrido em qualquer altura do ano. Outro foi a proximidade à lota de Peniche que nos garante a qualidade e frescura do peixe. E ainda a oportunidade, na altura, de abrir o primeirojaponês das redondezas.

T4W – Sushi é fish?

GD – O SushiFish é peixe muito fixe muito bem preparado à boa maneira japonesa! Sem dúvidaque para o comprovar tem de nos visitar!

Bela refeição


T4W – No Sushi Fish aliam a arte de cozinhar japonês com o melhor peixe português?

GD – Sim, sem dúvida. No Sushi Fish somos muito criteriosos com a escolha do peixe e é o melhor peixe do Atlântico que vem parar às mãos dos nossos sushimen que o transformam em magníficas peças de sushi e sashimi. Em especial o peixe branco (Robalo, Dourada, Pargo, Peixe Galo, entre outros) que é o motivo de orgulho danossa casa visto ser este o peixe português.

T4W – Qual é o conceito e características do Sushi Fish?

GD – Somos um pequeno restaurante focado em apresentar o melhor sushi da região. Fazemos gala em trabalhar com o melhor peixe e com os melhores profissionais. O nosso ambiente é descontraído e ao mesmo tempo intimista e trabalhamos para prestarum serviço atento e dedicado.

T4W – Quais são as iguarias mais apetecíveis para degustar no Sushi Fish?

GD – Da carta constam os costumeiros tártaros, temakis, tempuras, nigiris, gunkans e gyozas, bem como os combinados que misturam sushi e sashimi e os ainda muito apreciados ajitataki (carapau picado com pastade miso, gengibre ralado e cebolinho) ou usuzuruki de peixe branco (fatias finíssimas de peixe sobre gelo). Para acompanhar nada como um bom vinho português, a muito requisitada sangria de espumante ou um gin. Mas, sem dúvida, que as iguarias mais apetecíveis no Sushi Fish são o atum e os diversos peixes brancos que diariamente nos chegam da lota de Peniche.

T4W – O Sushi Fish, localizado no Baleal, é uma referência na zona Oeste de Portugal?

GD – Queremos acreditar que sim! A 15 minutos das Caldas da Rainha, Óbidos e Bombarral, às portas de Peniche e em pleno Baleal – que durante todo o ano é um dos mais concorridos spots de surf da Europa – o Sushi Fish tem à sua mercê um público tão diverso quanto exigente. Para estar à altura das expetativas de quem nosvisita, o restaurante não poupa em aspetos essenciais como a qualidade e frescura do peixe, a versatilidade dos sushimen, a simpatia e dedicação do staff. O Sushi Fish já está de pedra e cal nas preferências dos apreciadores de sushi da zona Oeste, até porque são várias as vezes que nos apelidam de “o melhor sushi do Oeste”, o que nos enchede orgulho e de responsabilidade – há que trabalhar para fazer justiça ao cognome!

Marlin Fins: quilhas com materiais recicláveis e reutilizáveis desenvolvidas no Oeste e produzidas para o mundo


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A Marlin Fins, uma marca de quilhas de surf produzidas através do uso de plástico reciclável e reutilizável, foi criada por José Caiado Galego, em 2013. O antigo campeão nacional de remo, que é amante de todos os desportos náuticos, decidiu que era o momento certo para desenvolver um produto único e inovador. “A ideia passa por reduzir o consumo das tradicionais quilhas de fibra, altamente poluentes e não recicláveis. O planeta agradece e os oceanos também”, explica José Caiado Galego, sublinhando que “as quilhas da Marlin Fins são ecológicas, duradouras e apresentam uma performance excelente”.

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Travel4West – A Marlin Fins foi criada há cinco anos. O que o levou a desenvolver uma marca ligada à produção e ao comércio de quilhas de surf?

José Caiado Galego (JCG) – O objetivo, inicialmente, passava apenas por produzir quilhas de surf para vender na loja da minha filha, a Peniche Surfshop. Como possuía muitos conhecimentos sobre a forma de fabrico e também sobre os materiais que são usados decidi que iria avançar com a ideia para a ajudar. Comecei a realizar algumas pesquisas e constatei que não havia nenhum português nem nenhum europeu a produzir quilhas. Perante este facto, de imediato, tomei a decisão de que iria criar uma marca e passaria a produzir e comercializar quilhas de surf. Assim surgiu a Marlin Fins!

T4W – O plástico foi o material de eleição para iniciar o projeto?

JCG – Na altura, o material de eleição para a produção das quilhas era o plástico. Mas, com o passar do tempo, tomei uma segunda decisão que estava ligada com a vertente ecológica. Ou seja, as quilhas da Marlin Fins passariam a ser produzidas apenas com plástico reciclado e reutilizável. Não há dúvida nenhuma de que as quilhas de plástico apresentam uma performance fantástica. O sucesso só é alcançado porque o plástico é uma matéria-prima fabulosa e pode ser trabalhada de várias formas. O plástico reciclado que é utilizado nas quilhas da Marlin Fins resulta da indústria automóvel e da construção de máquinas.

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T4W – Porquê o nome Marlin Fins?

JCG – A razão é simples… é um tributo ao mais veloz e poderoso peixe do Oceano Atlântico – o grande blue Marlin. O nome Marlin ficou para sempre retido no meu imaginário, pois ainda criança tive a sorte de ler o clássico de Ernest Hemingway (O velho e o Mar) que descrevia a luta de dias a fio de um velho pescador cubano, sozinho no seu frágil barquito perdido na imensidão do oceano para capturar um destes extraordinários peixes guerreiros. É com esse ensinamento de perseverança contra as adversidades, personificado no pescador Santiago, que tento enfrentar o meu desafio: fazer da Marlin Fins uma marca portuguesa confiável, versátil e económica. 

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T4W – A Marlin Fins preocupa-se com o meio ambiente?

JCG – Sem dúvida! A aposta da Marlin Fins em só trabalhar com polímeros (vulgarmente chamados de plástico), é porque esta extraordinária matéria-prima de possibilidades quase ilimitadas, tem vindo paulatinamente a substituir, com vantagem, todas as outras. Ora mole ora rígida ora elástica ora tenaz quase desconhece a palavra impossível nas suas múltiplas aplicações. Além disso é abundante, barata, reciclável reutilizável, moldável a baixas temperaturas (200º) e já é hoje biodegradável. As quilhas velhas ou partidas, serão sempre recicladas pela Marlin Fins e darão lugar a umas novas, com perdas insignificantes de material. A ideia passa por reduzir o consumo das tradicionais quilhas de fibra, altamente poluentes e não recicláveis. O planeta agradece e os oceanos gritam yes!

Em média, são vendidos 600 conjuntos de quilhas de surf da Marlin Fins. Cada conjunto é composto, na sua grande maioria, por três/quatro quilhas.

T4W – As quilhas de surf da Marlin Fins estão disponíveis a nível nacional e internacional?

JCG – Sim! Para além de Portugal, as quilhas da Marlin Fins já se encontram disponíveis em Espanha, no Reino Unido, em França, na Suíça e na Austrália. Na grande maioria, as quilhas podem ser adquiridas em diversas lojas destes respetivos países. No entanto, é de salientar que também existem pequenos distribuidores que as colocam à disposição de todos os interessados. Numa altura em que a internet faz parte do dia a dia da população, é claro que as quilhas de surf da Marlin Fins podem ser adquiridas através da plataforma online da marca (www.marlinfins.com).

A cada 30 segundos conseguimos produzir um conjunto de três quilhas. Trata-se de um sistema autónomo, muito rápido e 100% eficaz. 

T4W – Em média, qual é o custo de venda ao público de um conjunto de três quilhas?

JCG – Um conjunto de três quilhas de surf da Marlin Fins custa 27 euros. Trata-se de um investimento extremamente pequeno, dada a durabilidade das quilhas e a performance das mesmas.

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T4W – Qual tem sido o feedback obtido por parte dos portugueses e dos estrangeiros relativamente às quilhas da Marlin Fins?

JCG – O feedback tem sido excelente. No início a luta foi extremamente dura, devido essencialmente ao tipo de material usado, mas hoje em dia essa é uma questão que não se coloca e sinto-me extremamente feliz com os resultados obtidos através da realização de alguns testes realizados com as quilhas da Marlin Fins. Não há a menor dúvida de que estas quilhas apresentam uma performance melhor do que muitas outras existentes no mercado.

T4W – Recentemente, a Marlin Fins também apostou na decoração das quilhas através da arte desenvolvida por verdadeiros artistas?

JCG – A Marlin Fins lançou há um ano, na etapa portuguesa da World Surf League (WSL), decorrida na praia dos Supertubos – em Peniche, o projeto “Arting Fins”. A iniciativa tinha e tem como principal objetivo mostrar o trabalho dos artistas através da pintura de quilhas de surf. Passado um ano, o feedback tem sido fantástico. As quilhas que fazem parte do projeto “Arting Fins” não estão disponíveis para efeitos comerciais, mas visam essencialmente mostrar ao país e ao mundo o trabalho que é realizado por verdadeiros artistas. Diria que são quilhas com arte e com história. Quando o projeto foi apresentado apenas possuíamos 30 quilhas pintadas, mas atualmente já dispomos de mais de 70.

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T4W – Quais são as perspetivas traçadas para o futuro da Marlin Fins?

JCG – O nível de desenvolvimento a que se chegou, e a menos que haja alguma revolução, (sempre possível) prevemos que os atuais formatos disponíveis no mercado continuarão ainda uns bons anos sem alterações de monta. A Marlin Fins, uma marca criada no Oeste (Baleal), irá ser uma enorme referência a nível nacional e internacional.

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100 Horas: a melhor discoteca da zona Oeste!

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A 100 Horas, uma discoteca de referência do país e, em especial da zona Oeste, voltou a reabrir as portas. Depois de um interregno de cerca de 10 anos, a música, as luzes e a alegria voltaram à 100 Horas graças à união e vontade de quatro amigos que se uniram para colocar a 100 Horas e o Sobral de Monte Agraço nas “bocas do mundo”.

A 100 Horas, que nasceu há 25 anos, foi e irá continuar a ser o local perfeito para se divertir com a família e/ou com os amigos.

Em 1993, um antigo lagar de vinho com mais de 200 anos foi transformado numa bonita discoteca, a 100 Horas, que conservou toda a antiga maquinaria. As pedras e as mós do lagar aparecem assim como elementos imponentes na decoração. A 100 Horas dispunha também de um pátio exterior extremamente agradável.

Para além das características interiores e exteriores do espaço, a boa música aliada ao bom ambiente, tornaram a 100 Horas numa das discotecas mais conceituadas do país e da zona Oeste, dado que está situada bem no centro da vila de Sobral de Monte Agraço.

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As noites passadas na Discoteca 100 Horas sempre foram fantásticas, dado que cativavam os clientes ao mais alto nível. É caso para dizer que ocorriam verdadeiras romarias até à 100 Horas.

No início do ano, quatro amigos (Tiago Lopes, Carlos Silva, André Arrais e João Canas) começaram a sonhar com a reabertura da discoteca. Uniram esforços, estabeleceram contactos e parcerias, e colocaram em prática a missão de reabrir as portas da 100 Horas.

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Ambiente ao rubro: Anjos… dupla de artistas regressa à 100 Horas

Depois da reabertura, ocorrida em setembro, é notório que semana após semana, centenas de pessoas dirigem-se à 100 Horas em conjunto com familiares e/ou amigos. A música toca, as luzes acendem e o brilho da discoteca aparece. É indiscritível o ambiente vivido naquela que é a melhor discoteca da zona Oeste. “A diversão é garantida, dada a identidade, a personalidade e o carisma. Vale a pena continuar a redescobri-la”, atesta Carlos Silva.

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Um dos momentos altos desde a reabertura esteve relacionado com a presença dos Anjos na Discoteca 100 Horas. O regresso dos irmãos, Sérgio e Nelson Rosado, foi um enorme sucesso e os presentes deliciaram-se com a prestação dos artistas que já haviam estado no espaço em 1996. Os anos passaram, mas nada mudou e o ambiente esteve ao rubro. Os presentes vibraram e a noite foi extraordinária. “A expetativa criada para este dia era enorme, mas estamos muito felizes com o resultado obtido”, garante João Canas. 

Apesar de ter sido uma noite memorável, os responsáveis da Discoteca 100 Horas prometem continuar a promover noites fantásticas no Sobral de Monte Agraço e garantem que até ao final do ano irão decorrer algumas festas temáticas que vão surpreender as pessoas. Neste sentido, “vale a pena estarem atentos para que não perderem as surpresas nem as novidades. Basta para isso frequentarem o nosso espaço de diversão ou seguirem-nos através das nossas redes sociais (Facebook e Instagram)”, salienta Tiago Lopes.

Futuro promissor

No passado, as noites vividas foram esplendorosas. Os anos passaram, mas do futuro da 100 Horas é promissor, visto que o trabalho desenvolvido por João Canas, André Arrais, Carlos Silva e Tiago Lopes tem sido excelente.

Vale a pena apoiar os quatro amigos. Para isso, basta visitar a Discoteca 100 Horas, situada bem no centro da vila do Sobral de Monte Agraço, localizado a 30 minutos de Lisboa.

Fica o convite e a dica da Travel4West!

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Peniche volta a acolher Meo Rip Curl Pro Portugal

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Entre os dias 16 e 27 de outubro, todos os caminhos vão dar à praia dos Supertubos, em Peniche. Pelo 10.º ano consecutivo, irá decorrer em Portugal mais etapa da World Surf League, denominada como Meo Rip Curl Pro Portugal.

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Durante a última década este tem sido um dos maiores eventos desportivos que ocorre no país. A título de exemplo, em 2017, cerca de 50 mil pessoas estiveram presentes na praia dos Supertubos para ver os melhores surfistas do mundo. 

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Em 2017, Gabriel Medina foi o grande vencedor da etapa portuguesa da World Surf League…

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As expetativas são grandes e, dentro de um mês, inicia-se o Meo Rip Curl Pro Portugal.

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Está na hora de marcar na agenda…

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Fernando Santos, selecionador da equipa de Portugal, adora o Oeste!

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Portugal está presente no Campeonato do Mundo de Futebol e Fernando Santos é o homem que está ao leme da seleção Campeã Europeia de Futebol.

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Foi Fernando Santos que colocou Portugal num patamar nunca antes conquistado. É um homem de fé, sereno e “ambicioso”.

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No momento em que todas as atenções estão focadas para o Campeonato do Mundo, que está a decorrer na Rússia, a Travel4West garante-lhe que Fernando Santos foi criado na zona Oeste, mais propriamente nas Gaeiras, uma freguesia do concelho de Óbidos.

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Desde pequeno que viveu e cresceu nas Gaeiras e é nesta terra do Oeste que possui grandes amigos e é também no Oeste que gosta de descansar.

Desde pequeno que gosta de pescar e é no concelho de Óbidos que se sente em paz rodeado de todos os que o estimam.

A zona Oeste, especialmente, através da Travel4West deseja os maiores sucessos para a seleção portuguesa e para Fernando Santos. 

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O Oeste, a Travel4West e os portugueses acreditam que o “caneco” vem para Portugal. 

Vamos lá, força campeões!

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Relaxe no Oeste através da Welltouch Care

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Sabia que … o stress é uma das maiores causas de desequilíbrios? É verdade! Para prevenir eventuais complicações previna-se.

A Welltouch Care, criada por Sandra Almeida, localizada no Oeste, mais propriamente no Casal Novo – na Lourinhã, é a solução perfeita para o ajudar.

Através de um leque extremamente vasto de massagens que existe à disposição poderá relaxar de uma forma magnífica.

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A Welltouch Care presta um serviço de qualidade profissional num ambiente acolhedor, sereno e calmo. Se pretende relaxar no Oeste aproveite as “mãos mágicas” da Sandra Almeida para descontrair.

A Welltouch Care promove a compreensão profunda das causas de desequilíbrios e oferece estratégias individualizadas para melhorar a saúde e o bem-estar.

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A Massoterapia é uma das mais antigas técnicas terapêuticas. A Massoterapia trás benefícios tais como melhoria da flexibilidade muscular e leveza no corpo. Ela cura o paciente num todo, seja a nível físico como emocional.

Os tratamentos específicos que a Welltouch Care realiza são Massagem Terapêutica, Massagem de Relaxamento, Massagem Dorn-Breuss, Massagem Geotermal, Massagem com Pindas Chinesas, Massagem de Escovas, Massagem com Mel, Massagem Facial, Drenagem Linfática Manual, Candle Massage, Massagem Detox, Massagem para Gestantes, Massagem Abdominal, On-Site Massage, Massagem Tailandesa, Massagem Sueca, Reflexologia Podal, Envolvimentos Corporais e Fangoterapia.

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As massagens terapêuticas mais apreciadas na Welltouch Care são as desportivas, terapêuticas, drenagem linfática, On-Site, Mel, Reflexologia Podal, Dorn Breuss e Sueca.

Através da ajuda da Welltouch Care é possível mergulhar o corpo numa experiência saudável de relaxamento, assistida por profissionalismo e dedicação.

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Conheça o Oeste e relaxe com a ajuda da Welltouch Care. A dica é dada pela Travel4West.