Aguardente DOC Lourinhã: uma referência a nível europeu e mundial

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Apesar de ser conhecida como a “Capital dos Dinossauros”, a Lourinhã também se destaca a nível europeu e mundial pela excelente qualidade da “Aguardente DOC Lourinhã”.

A Adega Cooperativa da Lourinhã (ACL), mais uma vez está de parabéns, porque acabou de estabelecer um acordo de ligação com o grupo de Empreendimentos Turísticos Montebelo – Casa da Insúa.

“Através desta união nasceu uma nova garrafa em cristal gravada a ouro (fotografia da garrafa em cima) com A “NOSSA” Aguardente DOC Lourinhã XO”, explicou João Pedro Catela, presidente da direcção da Adega Cooperativa da Lourinhã (ACL).

Nos últimos 30 anos, com o apoio científico da Estação Vitivinícola Nacional, sediada em Dois Portos, foi testada e confirmada a sua superior qualidade, a qual apenas encontra paralelo, a nível europeu nas aguardentes francesas das regiões do Cognac e do Armagnac.

O empenho de uns quantos e a elevada qualidade de um produto viu em 1992 o seu mérito reconhecido com a publicação do DL n-º 34/92 de 7 de março que estabelece a “Região Demarcada de Aguardente Vínica de Qualidade com Denominação de Origem Controlada ´Lourinhã`”, aquela que constitui a primeira e única Região Demarcada do País somente para a produção de Aguardentes.

A denominada Região Demarcada da Lourinhã celebrou recentemente 25 anos de existência. Para assinalar a efeméride “foi criada uma garrafa celebrativa da Aguardente Vínica Velha “DOC Lourinhã” XO que pode ser personalizada com o nome do proprietário. Também será entregue um Certificado comprovativo alusivo à aquisição da mesma”.

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Segundo João Pedro Catela, “estas aguardentes obtêm-se a partir de vinhos elaborados com uvas brancas e tintas de castas recomendadas e autorizadas da Lourinhã, abrangendo também alguns concelhos contíguos”.

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As vinhas que se destinam à produção de vinhos dos quais resulta aguardente vínica de qualidade com direito à denominação “Lourinhã” estão instaladas em solos da zona da Lourinhã, Campelos (de Torres Vedras), Vale Côvo (do Bombarral), Atouguia da Baleia e Serra d´El-Rei (de Peniche) e Olho Marinho (de Óbidos).

O envelhecimento efetua-se na região, exclusivamente em barris de carvalho português e francês  com capacidade de 800 litros.

“As aguardentes ´DOC Lourinhã` não podem ser comercializadas antes de cumpridos 24 meses de envelhecimento”, realçou e terminou João Pedro Catela.

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Fotos: ACL e Márcia Liliana

 

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