XVI Festival das Sopas e Merendas de Alenquer celebra Cidade Europeia do Vinho

Na sua décima sexta edição, o Festival das Sopas e Merendas de Alenquer, recebe mais uma designação, o Vinho.

Uma forma de assinalar a integração deste evento no programa oficial da Cidade Europeia do Vinho 2018 Torres Vedras/Alenquer, decorrendo de 6 a 8 de abril, nas instalações da Adega Cooperativa da Labrugeira.

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 Este ano participam 11 Tasquinhas, com 11 sopas, e 11 merendas, para apreciar com os melhores vinhos da região, a par de um extenso programa de animação em que o cantor, David Antunes, dá o mote de abertura do Festival.

De recordar que no inicio era apenas o Festival de Sopas da Labrugeira. Corria o ano de 2003 e a Adega Cooperativa da Labrugeira, decidiu prestar homenagem ao povo da região, homens e mulheres que ao longo de décadas trabalharam a terra e moldaram a paisagem, transmitindo saberes e costumes que atravessaram gerações.

A sopa era a base e não raras vezes o único sustento das populações, e por isso o desafio foi recuperar essas receitas ancestrais, que coletividades, associações, restaurantes e particulares, aceitaram com entusiasmo. 

Também desde a primeira hora, os grupos etnográficos do concelho fazem-se representar no certame. Às sopas, juntaram-se depois as merendas, a “bucha” que os trabalhadores levavam para o campo nas suas jornadas de sol a sol. 

 

Óbidos: Bombom mais caro do mundo custa mais de 7 mil euros

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Sabia que …o bombom mais caro do mundo custa mais de 7 mil euros e vai estar em Óbidos nos dias 17 e 18 de março? É verdade!

Aproveite para ver o Glorious, ao vivo e a cores, durante o próximo fim-de-semana no Festival Internacional de Chocolate, que está a decorrer em Óbidos.

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A Travel4West chama a atenção para o facto de que o Glorious é produzido em Portugal, mais propriamente em Leiria, pelas mãos do mestre chocolateiro, Daniel M. Gomes, da Daniel´s Chocolate.

Este bombom único existente no mundo, que custa exatamente 7.728 euros, é revestido a puro ouro de 23 kilates.

Ao chocolate Valrhona negro equatorial juntam-se, no interior, filamentos de açafrão, trufa branca Perigord, óleo de trufa branca, baunilha de Madagáscar, flocos de ouro e um ingrediente secreto.

O Glorious terá uma edição limitada de apenas mil bombons.

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Ruy de Carvalho inaugura exposição alusiva aos 75 anos de carreira na Serra D´El-Rei

O ator, Ruy de Carvalho acaba inaugurar uma exposição alusiva aos 75 anos de carreira na Serra D´El-Rei, freguesia do concelho de Peniche. Neste momento, não existem dúvidas de que se trata de um dos atores mais respeitados do país. A Travel4West, através de uma grande entrevista, dá a conhecer um pouco mais o ator. 

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Travel4West (T4W) – Sempre desejou ser ator?

Ruy de Carvalho (RC) – Quando decidi ser ator, tinha 15 anos, já tinha tido uma experiência com oito, mas foi muito importante ter dois irmãos atores. Eu gostava de Teatro e por isso a escolha acabou por ser fácil.

T4W – A família apoiou a sua escolha?

RC – Sem qualquer problema. Toda a família gostava de Teatro, A minha mãe era pianista e o meu militar, mas ambos gostavam de Teatro.

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T4W – Atualmente, é um dos atores mais prestigiados do país. Qual foi a peça que, na sua opinião, contribuiu para este mesmo prestígio?

RC – Não sei dizer. Comecei a ganhar prémios de crítica ainda muito novo e, portanto, devem ter achado que era bom no que fazia. Mas eu gostei de fazer tudo, mesmo os papéis mais pequenos.

T4W – Começou no Teatro, passou pelo Cinema e pela Televisão. Qual é a área que mais o fascina?

RC – O Teatro é a que mais amo. Temos que trabalhar o corpo todo. O público vê tudo. Na Televisão e no Cinema é mais a decisão do realizador.

T4W – O que é para si ser ator? O talento é suficiente para obter o sucesso? 

RC – É preciso ter jeito. Depois de muito trabalho creio que começamos a ter mais qualquer coisa. Dizem que é talento, eu chamo-lhe jeito.

O aplauso do público é maior reconhecimento que um ator pode ter. Sem o público não temos razão, nem forma de saber se o nosso trabalho é ou não bom. É para o público que trabalhamos.

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T4W – Assinalou, em 2017, os seus 75 anos de carreira. Qual é o balanço que faz?

RC – Tem sido maravilhoso. Eu fiz 91 anos no passado dia 1 de março e este ano comemoro já os meus 76 de carreira, desde que me estreei com 15 anos. É bom saber que há quem gosta de nós.

T4W – Que mensagem gostaria de deixar aos jovens atores?

RC – Estudem muito, apliquem-se no trabalho que fazem, com muito profissionalismo. Nem todos serão aquilo a que se designou chamar de primeiros atores, mas todos servirão o Teatro e a representação com o mesmo amor e carinho que merecem.

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Fotos: Agradecimento – JAM/exklusiva