Arquipélago das Berlengas: a pérola do Oeste

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O bom tempo já chegou e estão reunidas todas as condições para passar um ou mais dias no Arquipélago das Berlengas. Junte a família e/ou os amigos e rume até esta ilha magnífica que está situada na zona Oeste, mais propriamente a cerca de 6 milhas do Cabo Carvoeiro em Peniche.

Para ir até à ilha basta apanhar um dos barcos que realizam viagens turísticas até às Berlengas. Existem várias opções: barcos mais rápidos, cuja adrenalina é fantástica e barcos maiores que dão mais segurança para aqueles que não gostam de grandes agitações marítimas.

Depois de entrar no barco, bastam cerca de 30 minutos (média) para chegar até ao Arquipélago das Berlengas que é composto por três pequenas ilhas: Berlenga grande, Estelas e Farilhões.

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A Ilha da Berlenga ou Berlenga Grande divide-se em duas partes, quase totalmente separadas por uma falha sísmica que a norte deu origem ao chamado Carreiro dos Cações e a sul ao Carreiro do Mosteiro. A parte maior da ilha, chama-se Berlenga e representa mais de 2/3 da superfície total da ilha; a parte menor chama-se Ilha Velha. Possui 78,8 hectares de superfície, aproximadamente 1,5 km de comprimento, 0,8 km de largura e uma altura máxima de 85 metros. Aqui encontra-se o Farol Duque  de Bragança, o Forte de São João Baptista das Berlengas, a Praia do Carreiro do Mosteiro, restaurantes e parque de campismo.

Durante a sua estadia poderá realizar pequenos passeios de barco à volta da ilha. Através dos mesmos terá oportunidade para apreciar e deliciar-se com as grutas, com a paisagem, com a natureza e com a fauna e flora, para além das diversas espécies raras existentes.

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Mas, caso prefira, poderá partir à descoberta e realizar passeios pedestres pela própria ilha. Percorrerá cantos e recantos magníficos ao ponto de descobrir a verdadeira pérola do Oeste.

Antes de descansar um pouco na pequena praia do Arquipélago das Berlengas poderá ainda tomar uma bela refeição no restaurante existente na ilha ou se preferir também valerá a pena realizar caça submarina ou mergulho para descobrir as fabulosas profundezas das Berlengas.

De dezembro a março, a Ilha da Berlenga, considerada Reserva Mundial da Biosfera da UNESCO desde 30 de Junho de 2011, é apenas habitada pelos faroleiros e pelos vigilantes do ICNB.

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Aproveite para conhecer esta verdadeira pérola. A dica fica dada pela Travel4West!

Peniche: terra de pescadores

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A primavera já chegou e o verão está a aproximar-se a passos largos. Muitos são os portugueses e os estrangeiros que rumam até Peniche para descansar e desfrutar das enormes mais-valias que a cidade possui.

Muitas pessoas buscam boas praias, boa gastronomia, boas ondas e, acima de tudo, bom ambiente.

Nos últimos tempos, Peniche tem “andado nas bocas do mundo” pela qualidade das suas ondas para a prática de surf. Basta para isso dizer que nos últimos anos, a cidade tem acolhido uma das etapas do Campeonato Mundial de Surf (WSL), onde a elite do surf mundial tem apresentado o que melhor sabe fazer: surfar ao mais alto nível.

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No entanto, é de salientar e relembrar que Peniche é e sempre foi uma cidade de tradições sustentadas no mar e na pesca.

É conhecida como terra de pescadores. Diariamente, muitos são os barcos que deixam o porto de Peniche e rumam para a faina.

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Muitos são os pescadores que deixam as suas famílias e “entram” no mar para ir em busca de peixe que posteriormente é vendido um pouco por todo o país e estrangeiro. Eles são os verdadeiros mestres.

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Eles são os verdadeiros conquistadores. Eles são os verdadeiros heróis nos dias de tempestade. Eles arriscam a vida para fornecer o melhor pescado aos portugueses. Eles são os pescadores de Peniche.

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A Travel4West, de forma simples e singela, presta assim homenagem aos pescadores de Peniche, os homens que andam no mar mas que definem algumas das grandes características da própria terra.

Grandes heróis: muito obrigada!

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Caldas da Rainha possuí 15 novos locais arqueológicos

O município das Caldas da Rainha identificou 15 novos locais de interesse arqueológico, através da primeira fase de trabalho da primeira carta arqueológica do concelho.

Com esta descoberta aumentaram para 45 os pontos com vestígios antigos de ocupação humana, nos 83 locais prospetados na zona costeira ocidental do concelho.

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Estes achados estão inseridos no projeto iniciado em fevereiro do ano passado, que visa dotar as Caldas da Rainha de um conhecimento mais rigoroso da riqueza do seu território. Trata-se de uma parceria entre a Câmara Municipal das Caldas da Rainha, a associação sem fins lucrativos CAAPortugal e o Instituto Politécnico de Tomar, cujos resultados começam agora a ser divulgados.

O trabalho arqueológico no terreno detetou vestígios pré-históricos, do período paleolítico, da presença humana na região que hoje é Caldas da Rainha.

Entre os pontos já registados estão o cais na Lagoa de Óbidos (identificado para futura prospeção mais intensiva), uma ponte medieval (reconstruída com material mais moderno), uma capela do séc. XII, uma ponte romana (com tabuleiro moderno), uma inscrição do séc. II d.C., fragmentos cerâmicos neolíticos e paleolíticos, antas e lascas em sílex.

Alfândega - medieval - Salir do Porto

A segunda fase deste projeto, que decorre na zona oriental, está prevista arrancar ainda durante o primeiro semestre deste ano e integrará uma forte componente de atividades de educação patrimonial de relação com a comunidade.

O projeto de nome CARACA está presente nas redes sociais, apelando que a comunidade participe no mesmo.

Com o objetivo de identificar todos os locais e evidências arqueológicas no município, bem como o de apelar à preservação e valorização do património, este projeto termina em 2020.

Museu de Serra d´El-Rei D. Pedro I abre portas ao público com exposição “Pedro e Inês”

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O Museu de Serra d´El-Rei D. Pedro I é o mais recente espaço museológico do concelho de Peniche, inaugurado ontem (14 de fevereiro), num novo edifício ligado ao Fórum da Serra.

Reconhece-se como um museu de identidade e de comunidade que tem como especial enfoque as questões da História e Identidade deste vila medieval, que transparecem também no seu nome e logótipo.

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A exposição inaugural deste museu está subordinada ao tema “Pedro e Inês na História de Serra d´El-Rei”, na qual se focam os amores daquelas duas figuras incontornáveis da história portuguesa na sua relação com esta região oestina.

A divulgação desta história de amor e lágrimas encontra-se ao abrigo do protocolo firmado entre a Fundação Inês de Castro, o Município de Peniche e a Freguesia de Serra d´El-Rei, a 22 de setembro de 2017, através do qual se definiram as condições de organização e dinamização de projetos culturais versando a temática Inesiana no concelho de Peniche.

O Museu de Serra d´El-Rei D. Pedro I é um dos pólos da Rede Museológica do concelho de Peniche, sendo gerido e dinamizado ao abrigo de uma parceria existente entre a Junta de Freguesia de Serra d´El-Rei e o Município de Peniche.

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A história de Pedro e Inês está intimamente ligada aos concelhos de Peniche e Lourinhã, em particular às localidades de Moledo e Serra d´El-Rei. Aqui, Pedro e Inês terão vivido os anos mais calmos e felizes da sua vida, entre 1346 e 1352.

D. Inês de Castro terá vindo para Portugal como aia na comitiva da Infanta D. Constança, mulher de D. Pedro, em 1340. Este ter-se-á então enamorado pela beleza de Inês.

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O Museu de Serra d´El-Rei D. Pedro I, integrado na Rede Museológica do concelho de Peniche, está aberto ao público de 3.ª feira a domingo, entre as 10h00/13h00 – 14h00/17h00. Poderá ainda entrar em contacto através do telefone 262 909 120 ou através do site http://www.if-serradelrei.pt / facebook – Freguesia de Serra d´El Rei.

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Dino Parque Lourinhã, já inaugurado, abre ao público!

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O Dino Parque Lourinhã, que abre as suas portas hoje (9 de fevereiro), é o maior Museu ao ar livre de Portugal e um dos maiores parques de dinossauros da Europa.

O investimento aplicado para o desenvolvimento do espaço foi de 3,5 milhões de euros. O Parque está inserido numa área de 10 hectares.

Os visitantes, ao longo de quatro percursos relativos a quatro diferentes épocas da História da Terra (o fim do Paleozóico, o Triásico, o Jurássico e o Cretácico), encontram 120 modelos de dinossauros e outros animais característicos das referidas épocas, alguns deles espécies únicas em Portugal e na Lourinhã.

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A Travel4West partiu à aventura no novo Dino Parque Lourinhã e entrou no mundo dos dinossauros. Trata-se de um espaço que foi concebido com o objetivo de proporcionar uma verdadeira viagem de milhões de anos à descoberta de outros mundos, num projeto de elevado valor histórico, científico e de entretenimento.

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O Parque foi especialmente criado para proporcionar ao visitante uma experiência “Edutainment” (Educação+Entretenimento), ligando o conhecimento da evolução da Terra à diversão para toda a família.

Para além do Museu ao ar livre com a exposição dos modelos à escala real, o Parque conta com uma fascinante exposição com autoridade científica do Museu da Lourinhã, detentor de um dos patrimónios paleontológicos mais ricos de Portugal, um LiveLab onde os visitantes poderão ver como é feita a preparação de fósseis, um pavilhão de atividades para todas as idades, zona de diversão para os mais novos, áreas verdes e de lazer, zona de restauração e uma loja com produtos característicos.

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Dino Parque Lourinhã: 120 dinossauros andam à solta

O Dino Parque Lourinhã foi desenvolvido tendo por base uma característica essencial: envolver toda a família, desde os mais novos aos mais velhos. Todos vão poder desfrutar de diversas atividades ligadas à Ciência e à Paleontologia, como, entre outras, a recuperação de fósseis, escavações e pintura de dinossauros.

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Mas, a magia acontece sobretudo na parte ao ar livre onde será possível, ao longo dos quatro percursos, cruzar-se com as diferentes espécies e observar os mais famosos tipos de dinossauros, como o Triceratops, o Iguanodon e, claro, o mais conhecido e perigoso Tyranosaurus Rex.

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Ao longo de quatro percursos relativos a quatro diferentes épocas da História da Terra, existem cerca de 120 modelos de dinossauros e outros animais característicos das referidas épocas, alguns deles espécies únicas em Portugal e na Lourinhã, um deles é o dinossauro herbívoro saurópode Lourinhasaurus, de pescoço e cauda compridos, com 23 metros de altura e cinco toneladas de peso. O Outro é o Lourinhanosaurus, um terópode carnívoro e ao qual pertence o ninho de ovos e embriões encontrados, no concelho, em 1997.

Atividades disponíveis no Dino Parque

Para além da exposição do espólio paleontológico do Museu da Lourinhã e do Museu ao ar livre, há ainda um pavilhão destinado à realização de diversas atividades ligadas com a Ciência e com a Paleontologia. 

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Maior museu ao ar livre do país e um dos maiores parques de dinossauros da Europa

O Dino Parque Lourinhã é uma das maiores atrações da zona Oeste e também do próprio país. Todo o projeto do Dino parque assenta num programa de parceria e cooperação entre as três entidades envolvidas. O PDL, que é o promotor do projeto e investidor de 3,5 milhões de euros, a Câmara Municipal da Lourinhã, detentora do terreno onde está construído o Parque e o Museu da Lourinhã, detentor de um importante espólio de fósseis e reconhecido cientificamente.

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CANTAR OS REIS: uma das maiores tradições do concelho de Alenquer

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O dia de Reis está a chegar e o CANTAR OS REIS no concelho de Alenquer também está prestes a começar. Esta é uma das tradições concelhias mais antigas.

Basta percorrer um pouco do concelho de Alenquer para verificar a existência de desenhos característicos pintados nas paredes das casas. É costume pintarem-se estrelas, flores, corações e vasos.

Junto dos desenhos são colocadas algumas siglas, como é o caso, por exemplo Bons Reis (BR), Bons Reis Magos (BRM), Bons Reis – Viva a República (Bons Reis – Viva a República), Boas Festas (BF).

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Normalmente, os desenhos são feitos a duas cores: o vermelho e o azul. Estas cores isoladas têm um significado próprio: o vermelho é a vida e a alegria e o azul é a tristeza. Por exemplo, nas casas onde há luto não se usa a cor vermelha.

Anualmente, nas diversas localidades do concelho de Alenquer, juntam-se vários grupos de pessoas que passam a noite a cantar e a pintar às portas.

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Estes grupos ou “sociedades” surgem de forma espontânea nas suas respetivas terras. Formam-se apenas na véspera ou no próprio dia. Não precisam de ensaiar. Cada membro da comunidade sabe o que tem a fazer.

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Chegada a hora todos ocupam as suas posições e o Cantar dos Reis inicia-se. Importa fazer referência para o facto de que cada localidade tem o seu próprio Canto dos Reis.

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Não obstante as transformações e diferenças encontradas de terra para terra na forma de Cantar os Reis, no fundo da tradição permanece e é comum a todas as aldeias que celebram anualmente esta festividade do ciclo de inverno no concelho de Alenquer.

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2018 está a chegar: Feliz Ano Novo!

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2017 está a terminar e chegou o momento de fazer o balanço do mesmo e traçar novos objetivos para 2018.

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2017 foi o ano do nascimento da Travel4West, um projeto que foi pensado e desenvolvido tendo por base as mais-valias de uma zona extremamente enriquecida do ponto de vista gastronómico, histórico e natural.

As características dos 12 concelhos que compõem a zona Oeste são únicas e extremamente valiosas a nível nacional e internacional. É caso para dizer que a zona Oeste “anda nas bocas do mundo” em diversas áreas, como é o caso, por exemplo, do surf e do vinho.

A Travel4West nasceu em julho e desde então tem percorrido um caminho pautado pela divulgação, objetividade e persistência.

Divulgação porque o grande objetivo é dar a conhecer a zona Oeste de Portugal;

Objetividade porque é preciso ser concreto e evidente sobre a revelação das mais-valias existentes;

Persistência porque este é um projeto pensado com carinho a uma zona fantástica e que não pode nem de ser esquecida. É preciso “lutar” pela maior divulgação hoje e sempre.

A Travel4West está ao seu dispor através do site www.travel4west.com, do facebook www.facebook.com/Travel4West, do Instragram @travel4West e do Twitter @Travel4West.

Em apenas seis meses, o site da Travel4West já foi visitado por cerca de 6.000 internautas. Neste momento, a página de facebook da Travel4West conta com 1.400 seguidores. No Instagram, a Travel4West também está a crescer e conta já com centena e meia de seguidores. No Twitter, a Travel4West também já está ligada ao mundo.

Os números são interessantes, mas as novidades continuaram a existir: em outubro foi lançada uma linha de roupa sportswear da Travel4West. Quem vive no Oeste ou gosta de passar férias no Oeste pode vestir Travel4West…vale a pena sentir na pele o Oeste!

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O ano de 2017 termina com uma excelente notícia: é oficial, a Travel4West, neste momento, já está registada como marca nacional.

Para 2018, fica a promessa de continuação do trabalho efetuado até ao momento e estão a ser preparadas grandes surpresas que iremos revelar dentro em breve.

O Oeste com a Travel4West faz parte do mundo.

A todos os seguidores da Travel4West, o nosso muito obrigada!

Feliz Ano Novo a todos!

Até 2018….

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