Museu de Serra d´El-Rei D. Pedro I abre portas ao público com exposição “Pedro e Inês”

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O Museu de Serra d´El-Rei D. Pedro I é o mais recente espaço museológico do concelho de Peniche, inaugurado ontem (14 de fevereiro), num novo edifício ligado ao Fórum da Serra.

Reconhece-se como um museu de identidade e de comunidade que tem como especial enfoque as questões da História e Identidade deste vila medieval, que transparecem também no seu nome e logótipo.

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A exposição inaugural deste museu está subordinada ao tema “Pedro e Inês na História de Serra d´El-Rei”, na qual se focam os amores daquelas duas figuras incontornáveis da história portuguesa na sua relação com esta região oestina.

A divulgação desta história de amor e lágrimas encontra-se ao abrigo do protocolo firmado entre a Fundação Inês de Castro, o Município de Peniche e a Freguesia de Serra d´El-Rei, a 22 de setembro de 2017, através do qual se definiram as condições de organização e dinamização de projetos culturais versando a temática Inesiana no concelho de Peniche.

O Museu de Serra d´El-Rei D. Pedro I é um dos pólos da Rede Museológica do concelho de Peniche, sendo gerido e dinamizado ao abrigo de uma parceria existente entre a Junta de Freguesia de Serra d´El-Rei e o Município de Peniche.

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A história de Pedro e Inês está intimamente ligada aos concelhos de Peniche e Lourinhã, em particular às localidades de Moledo e Serra d´El-Rei. Aqui, Pedro e Inês terão vivido os anos mais calmos e felizes da sua vida, entre 1346 e 1352.

D. Inês de Castro terá vindo para Portugal como aia na comitiva da Infanta D. Constança, mulher de D. Pedro, em 1340. Este ter-se-á então enamorado pela beleza de Inês.

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O Museu de Serra d´El-Rei D. Pedro I, integrado na Rede Museológica do concelho de Peniche, está aberto ao público de 3.ª feira a domingo, entre as 10h00/13h00 – 14h00/17h00. Poderá ainda entrar em contacto através do telefone 262 909 120 ou através do site http://www.if-serradelrei.pt / facebook – Freguesia de Serra d´El Rei.

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Dino Parque Lourinhã, já inaugurado, abre ao público!

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O Dino Parque Lourinhã, que abre as suas portas hoje (9 de fevereiro), é o maior Museu ao ar livre de Portugal e um dos maiores parques de dinossauros da Europa.

O investimento aplicado para o desenvolvimento do espaço foi de 3,5 milhões de euros. O Parque está inserido numa área de 10 hectares.

Os visitantes, ao longo de quatro percursos relativos a quatro diferentes épocas da História da Terra (o fim do Paleozóico, o Triásico, o Jurássico e o Cretácico), encontram 120 modelos de dinossauros e outros animais característicos das referidas épocas, alguns deles espécies únicas em Portugal e na Lourinhã.

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A Travel4West partiu à aventura no novo Dino Parque Lourinhã e entrou no mundo dos dinossauros. Trata-se de um espaço que foi concebido com o objetivo de proporcionar uma verdadeira viagem de milhões de anos à descoberta de outros mundos, num projeto de elevado valor histórico, científico e de entretenimento.

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O Parque foi especialmente criado para proporcionar ao visitante uma experiência “Edutainment” (Educação+Entretenimento), ligando o conhecimento da evolução da Terra à diversão para toda a família.

Para além do Museu ao ar livre com a exposição dos modelos à escala real, o Parque conta com uma fascinante exposição com autoridade científica do Museu da Lourinhã, detentor de um dos patrimónios paleontológicos mais ricos de Portugal, um LiveLab onde os visitantes poderão ver como é feita a preparação de fósseis, um pavilhão de atividades para todas as idades, zona de diversão para os mais novos, áreas verdes e de lazer, zona de restauração e uma loja com produtos característicos.

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Dino Parque Lourinhã: 120 dinossauros andam à solta

O Dino Parque Lourinhã foi desenvolvido tendo por base uma característica essencial: envolver toda a família, desde os mais novos aos mais velhos. Todos vão poder desfrutar de diversas atividades ligadas à Ciência e à Paleontologia, como, entre outras, a recuperação de fósseis, escavações e pintura de dinossauros.

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Mas, a magia acontece sobretudo na parte ao ar livre onde será possível, ao longo dos quatro percursos, cruzar-se com as diferentes espécies e observar os mais famosos tipos de dinossauros, como o Triceratops, o Iguanodon e, claro, o mais conhecido e perigoso Tyranosaurus Rex.

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Ao longo de quatro percursos relativos a quatro diferentes épocas da História da Terra, existem cerca de 120 modelos de dinossauros e outros animais característicos das referidas épocas, alguns deles espécies únicas em Portugal e na Lourinhã, um deles é o dinossauro herbívoro saurópode Lourinhasaurus, de pescoço e cauda compridos, com 23 metros de altura e cinco toneladas de peso. O Outro é o Lourinhanosaurus, um terópode carnívoro e ao qual pertence o ninho de ovos e embriões encontrados, no concelho, em 1997.

Atividades disponíveis no Dino Parque

Para além da exposição do espólio paleontológico do Museu da Lourinhã e do Museu ao ar livre, há ainda um pavilhão destinado à realização de diversas atividades ligadas com a Ciência e com a Paleontologia. 

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Maior museu ao ar livre do país e um dos maiores parques de dinossauros da Europa

O Dino Parque Lourinhã é uma das maiores atrações da zona Oeste e também do próprio país. Todo o projeto do Dino parque assenta num programa de parceria e cooperação entre as três entidades envolvidas. O PDL, que é o promotor do projeto e investidor de 3,5 milhões de euros, a Câmara Municipal da Lourinhã, detentora do terreno onde está construído o Parque e o Museu da Lourinhã, detentor de um importante espólio de fósseis e reconhecido cientificamente.

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350 mil foliões no Carnaval de Torres Vedras

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O Rei do Carnaval de Torres Vedras, Ricardo Miranda dos Santos, “abriu as portas do seu castelo” e, em entrevista exclusiva à Travel4West, falou sobre o seu reinado que dura há 12 anos e garantiu que, uma vez mais, Torres Vedras vai estar ao rubro. Os cerca de 350 mil foliões vão brincar sob o tema “Mares & Oceanos”. Visite o Carnaval mais português de Portugal, entre os dias 9 e 14 de fevereiro. 

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Travel4West – É Rei do Carnaval de Torres Vedras há quanto tempo?

Ricardo Miranda dos Santos (RMS) – O convite surgiu há 12 anos por parte da antiga Rainha (Alfredo Reis), no ano em que os anteriores monarcas abdicaram do trono. Foi um convite inesperado porque para além de ser muito novo, tinha 27 anos na altura, os antigos reis eram para mim ‘Os Reis’, um dos quais (o Rei) o meu pai! É um verdadeiro orgulho e privilégio representar o nosso Carnaval.

T4W – É fácil ou difícil a vida de Rei?

RMS – “Quem corre por gosto não cansa” e o maior desafio talvez seja estar sempre e a toda a hora disponível para o que seja necessário. A agenda é extensa, muito preenchida, e como qualquer torreense não abdico de brincar, estar com os amigos, rir, dançar e viver como folião, pois acho que esse é o espírito da festa que conto os dias para que comece.

“No Carnaval de Torres Vedras a única regra existente é não haver regra! Cada um é livre de satirizar o que quiser e como quiser!”

T4W – O Carnaval de Torres Vedras é organizado por uma determinada entidade?

RMS – Sim! Temos uma entidade do Carnaval, a Real Confraria do Carnaval de Torres, que zela por manter as tradições relacionadas com o Carnaval, composta por um grupo de pessoas, a grande maioria com muita experiência de Carnaval, que são consultados nesta escolha. Os grupos de Carnaval mais emblemáticos da cidade/concelho são igualmente consultados.

T4W – O Rei do Carnaval de Torres Vedras lida bem com a presença das matrafonas?

 RMS – A Matrafona é em grande parte o símbolo do nosso Carnaval. A Rainha que me acompanha durante toda a festa, é uma Matrafona e a qual eu considero o símbolo maior do nosso Carnaval: a Rainha de todas as Matrafonas!

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T4W – Como descreve o Carnaval de Torres Vedras?

RMS – O Carnaval não se descreve, sente-se e vive-se. Gosto sempre de dizer que o Carnaval é uma festa de amigos para amigos e é essa essência que tem sido a chave do sucesso!

T4W – Em média, quantas pessoas brincam o Carnaval em Torres Vedras?

RMS – Existem alguns números lançados pelas entidades responsáveis estimando cerca de 350 mil visitantes ao longo do Carnaval, tendo o recinto do Corso no centro da cidade, capacidade para cerca de 40 mil pessoas em cada evento.

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Diogo Amaro: jovem castiço alenquerense vira produtor de queijo

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A arte do pastoreio não está ligada apenas aos mais idosos. Exemplo disso mesmo, é o caso do Diogo Amaro, um jovem alenquerense que viu na Agricultura e no Pastoreio a sua forma de viver.

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O seu dia-a-dia é bem preenchido porque o todo seu tempo gira em torno dos seus animais que tanto estima: mais de 100 cabras.

O jovem Diogo acorda cedo e o seu dia começa com a ida das cabras em lactação para a sala de ordenha para, posteriormente, começar a ordenhar. Depois, prepara a coalhada. De seguida, com ajuda da avó materna começa a fazer o queijo de cabra. Normalmente, fica pronto à hora do almoço. A tarde é passada em pastoreio pela Serra de Montejunto. À noite faz a entrega dos queijos curados aos clientes.

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A Serra de Montejunto é a “sua casa”. É lá que se sente livre com os seus animais. É também lá que encontra energia para desenvolver o seu projeto que está relacionado com a construção de uma queijaria.

O seu espírito empreendedor está a motivá-lo cada vez mais e o jovem castiço está já a fazer os possíveis e os impossíveis para tornar o seu sonho em realidade.

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Neste preciso momento, aguarda apenas a conclusão de questões burocráticas para vir a ter aquela que será a primeira queijaria de Alenquer.

A Câmara Municipal de Alenquer, segundo Diogo Amaro, “está a ajudar a 100% em todos os aspetos”. Mas, neste momento, “quem quiser adquirir o meu queijo basta entrar em contacto comigo, dado que semanalmente, em média, são já produzidos cerca de 250 queijos de cabra”.

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Diogo Amaro vive em prol do seu sonho e, ao mesmo tempo, é um jovem livre que vê na simplicidade a sua maior conquista. Vive em plena comunhão com a Natureza e as suas “cabras” são as suas maiores amigas.

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Diariamente não enfrenta o trânsito nem a confusão da cidade porque a Serra de Montejunto é a varanda da Estremadura e é lá que Diogo Amaro se sente um homem feliz!

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CANTAR OS REIS: uma das maiores tradições do concelho de Alenquer

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O dia de Reis está a chegar e o CANTAR OS REIS no concelho de Alenquer também está prestes a começar. Esta é uma das tradições concelhias mais antigas.

Basta percorrer um pouco do concelho de Alenquer para verificar a existência de desenhos característicos pintados nas paredes das casas. É costume pintarem-se estrelas, flores, corações e vasos.

Junto dos desenhos são colocadas algumas siglas, como é o caso, por exemplo Bons Reis (BR), Bons Reis Magos (BRM), Bons Reis – Viva a República (Bons Reis – Viva a República), Boas Festas (BF).

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Normalmente, os desenhos são feitos a duas cores: o vermelho e o azul. Estas cores isoladas têm um significado próprio: o vermelho é a vida e a alegria e o azul é a tristeza. Por exemplo, nas casas onde há luto não se usa a cor vermelha.

Anualmente, nas diversas localidades do concelho de Alenquer, juntam-se vários grupos de pessoas que passam a noite a cantar e a pintar às portas.

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Estes grupos ou “sociedades” surgem de forma espontânea nas suas respetivas terras. Formam-se apenas na véspera ou no próprio dia. Não precisam de ensaiar. Cada membro da comunidade sabe o que tem a fazer.

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Chegada a hora todos ocupam as suas posições e o Cantar dos Reis inicia-se. Importa fazer referência para o facto de que cada localidade tem o seu próprio Canto dos Reis.

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Não obstante as transformações e diferenças encontradas de terra para terra na forma de Cantar os Reis, no fundo da tradição permanece e é comum a todas as aldeias que celebram anualmente esta festividade do ciclo de inverno no concelho de Alenquer.

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2018 está a chegar: Feliz Ano Novo!

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2017 está a terminar e chegou o momento de fazer o balanço do mesmo e traçar novos objetivos para 2018.

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2017 foi o ano do nascimento da Travel4West, um projeto que foi pensado e desenvolvido tendo por base as mais-valias de uma zona extremamente enriquecida do ponto de vista gastronómico, histórico e natural.

As características dos 12 concelhos que compõem a zona Oeste são únicas e extremamente valiosas a nível nacional e internacional. É caso para dizer que a zona Oeste “anda nas bocas do mundo” em diversas áreas, como é o caso, por exemplo, do surf e do vinho.

A Travel4West nasceu em julho e desde então tem percorrido um caminho pautado pela divulgação, objetividade e persistência.

Divulgação porque o grande objetivo é dar a conhecer a zona Oeste de Portugal;

Objetividade porque é preciso ser concreto e evidente sobre a revelação das mais-valias existentes;

Persistência porque este é um projeto pensado com carinho a uma zona fantástica e que não pode nem de ser esquecida. É preciso “lutar” pela maior divulgação hoje e sempre.

A Travel4West está ao seu dispor através do site www.travel4west.com, do facebook www.facebook.com/Travel4West, do Instragram @travel4West e do Twitter @Travel4West.

Em apenas seis meses, o site da Travel4West já foi visitado por cerca de 6.000 internautas. Neste momento, a página de facebook da Travel4West conta com 1.400 seguidores. No Instagram, a Travel4West também está a crescer e conta já com centena e meia de seguidores. No Twitter, a Travel4West também já está ligada ao mundo.

Os números são interessantes, mas as novidades continuaram a existir: em outubro foi lançada uma linha de roupa sportswear da Travel4West. Quem vive no Oeste ou gosta de passar férias no Oeste pode vestir Travel4West…vale a pena sentir na pele o Oeste!

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O ano de 2017 termina com uma excelente notícia: é oficial, a Travel4West, neste momento, já está registada como marca nacional.

Para 2018, fica a promessa de continuação do trabalho efetuado até ao momento e estão a ser preparadas grandes surpresas que iremos revelar dentro em breve.

O Oeste com a Travel4West faz parte do mundo.

A todos os seguidores da Travel4West, o nosso muito obrigada!

Feliz Ano Novo a todos!

Até 2018….

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Dino Parque da Lourinhã inaugurado em 2018

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“Ano Novo, Vida Nova.” A vila da Lourinhã, conhecida a nível nacional como a Capital dos Dinossauros, está a preparar grandes novidades para o novo ano através da inauguração do Dino Parque da Lourinhã.

Neste momento, as obras estão a decorrer a grande velocidade e até já chegaram alguns exemplares de dinossauros que vão fazer as delícias de miúdos e graúdos.

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O Dino Parque da Lourinhã vai ser, dentre de poucos meses, o maior museu ao ar livre de Portugal.

Irá estar inserido numa área de 10 hectares, incluindo assim quatro percursos correspondentes a algumas das mais importantes épocas da história da terra: o fim do Paleozóico, o Triásico, o Jurássico e o Cretácico.

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Os visitantes do Dino Parque da Lourinhã terão oportunidade para observar cerca de 120 modelos de dinossauros e outros animais à escala real. Mas, também há oportunidade para ver o fantástico espólio de descobertas paleontológicas do Museu da Lourinhã.

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A construção do Parque foi iniciada em 2017, acreditando que será um projeto âncora com grande impacto no desenvolvimento turístico da região, pela sua importância a nível cultural, educativo e de entretenimento.

Dentro em breve, a Travel4West dar-lhe-á mais novidades acerca da inauguração deste grande espaço que será conhecido a nível nacional e internacional como Dino Parque da Lourinhã.

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